Dólar: Rabobank enxerga moeda americana a R$5,32 ao fim de 2024
- O ouro sobe com a desvalorização do dólar americano devido à prorrogação do cessar-fogo entre os EUA e o Irã; falta convicção de alta
- O ouro recua para perto dos US$ 4.800, enquanto o dólar americano sobe ligeiramente antes das negociações de paz entre os EUA e o Irã
- O ouro sobe à medida que as esperanças de paz entre os EUA e o Irã e o abrandamento das preocupações inflacionárias enfraquecem o dólar americano
- O ouro oscila perto dos US$ 4.700, à medida que os riscos no Estreito de Ormuz e a reavaliação da política monetária do Fed, impulsionada pela inflação, fortalecem o dólar americano
- O ouro parece vulnerável perto da mínima de duas semanas, à medida que o impasse entre os EUA e o Irã e os temores de inflação impulsionam o dólar americano
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Investing.com – O dólar deve terminar o ano de 2024 cotado a R$5,32 e o de 2025 em R$5,35, apontou Rabobank em relatório divulgado a clientes e ao mercado nesta semana. Segundo o banco, o diferencial de juros e o fluxo comercial são os drivers para o real no curto prazo, enquanto uma possível elevação de juros pelo Banco do Japão (BoJ) e incertezas no cenário fiscal são riscos monitorados para depreciação da moeda brasileira.
No documento, o Rabobank indica que a moeda brasileira pode se apreciar frente ao dólar diante de mudanças no diferencial de juros. Enquanto na economia americana, houve corte nas fed funds pelo Federal Reserve, o cenário doméstico contou com elevação na Selic pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. O Rabobank espera que o ciclo de alta da Selic termine em janeiro, com taxa a 12%.
“Com distensão das condições financeiras globais e reancoragem das expectativas inflacionárias, esperamos que o Copom corte a Selic para 10,25% no segundo semestre de 2025”.
Por outro lado, além de possível alta nos juros japoneses, o Rabobank indica como fatores que podem levar à depreciação da moeda brasileira frente ao dólar o cenário fiscal, com lenta consolidação.
“Eventos como o resultado da eleição americana e riscos geopolíticos que possam diminuir o diferencial de juros também trazem viés de depreciação do real”, completa o banco.
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