US Dollar strengthens, strong S&P PMIs data propels rise

Fonte Fxstreet
  • US Dollar soars on back of robust PMI figures for June.
  • Markets continue to exercise caution as Fed officials maintain a wary stance on easing cycles.
  • Investors continue to leave the door open for a September cut.

On Friday, the US Dollar, benchmarked by the US Dollar Index (DXY), extended its gains, stemming primarily from robust Purchasing Managers Index (PMI) figures for June released by S&P.

Regarding the US economic outlook, there exist signs of some disinflation. Furthermore, Federal Reserve (Fed) officials' cautious comments regarding embracing easing cycles serve to keep market expectations in balance. Should the mixed signals from the economy continue, these could potentially impede any further gains in the USD.

Daily digest market movers: US Dollar rides high on strong PMIs

  • US S&P Global Composite PMI for June rose slightly from 54.5 in May to a flash estimate of 54.6, indicating a healthy expansion in business activity within the private sector of the United States.
  • Similarly, the S&P Global Manufacturing PMI rose from 51.3 to 51.7 within the same time frame, while Services PMI witnessed an increase to 55.1 from 54.8 in May. This data beat the estimates done by analysts.
  • Probability of a rate cut as per CME Group's FedWatch Tool continues to stand around 65% for the meeting on September 18.

DXY technical analysis: Bullish momentum continues, technicals pave the way for more upside

Technical indicators for Friday's session demonstrated renewed bullish momentum backed by robust PMI figures. The Relative Strength Index (RSI) stood above 50, with the Moving Average Convergence Divergence (MACD) presenting green bars, pointing toward sustained bullish sentiment.

Additionally, the DXY Index maintains its footing above the 20-day, 100-day and 200-day Simple Moving Averages (SMAs). Coupled with the rising indicators, the US Dollar seems to be poised for additional gains.

Fed FAQs

Monetary policy in the US is shaped by the Federal Reserve (Fed). The Fed has two mandates: to achieve price stability and foster full employment. Its primary tool to achieve these goals is by adjusting interest rates. When prices are rising too quickly and inflation is above the Fed’s 2% target, it raises interest rates, increasing borrowing costs throughout the economy. This results in a stronger US Dollar (USD) as it makes the US a more attractive place for international investors to park their money. When inflation falls below 2% or the Unemployment Rate is too high, the Fed may lower interest rates to encourage borrowing, which weighs on the Greenback.

The Federal Reserve (Fed) holds eight policy meetings a year, where the Federal Open Market Committee (FOMC) assesses economic conditions and makes monetary policy decisions. The FOMC is attended by twelve Fed officials – the seven members of the Board of Governors, the president of the Federal Reserve Bank of New York, and four of the remaining eleven regional Reserve Bank presidents, who serve one-year terms on a rotating basis.

In extreme situations, the Federal Reserve may resort to a policy named Quantitative Easing (QE). QE is the process by which the Fed substantially increases the flow of credit in a stuck financial system. It is a non-standard policy measure used during crises or when inflation is extremely low. It was the Fed’s weapon of choice during the Great Financial Crisis in 2008. It involves the Fed printing more Dollars and using them to buy high grade bonds from financial institutions. QE usually weakens the US Dollar.

Quantitative tightening (QT) is the reverse process of QE, whereby the Federal Reserve stops buying bonds from financial institutions and does not reinvest the principal from the bonds it holds maturing, to purchase new bonds. It is usually positive for the value of the US Dollar.

 

Isenção de responsabilidade: Apenas para fins informativos. O desempenho passado não é indicativo de resultados futuros.
placeholder
Bitcoin atinge máxima de 2026 com tensões na Venezuela e rali em Wall StreetO bitcoin iniciou a primeira segunda-feira de 2026 com uma performance vigorosa, atingindo novas máximas anuais durante a abertura dos mercados em Nova York. A principal criptomoeda do mundo tocou o patamar de US$ 94.752 no terminal da Bitstamp, consolidando um rali que acompanha a valorização generalizada de ativos escassos.
Autor  Pedro Augusto Prazeres
1 Mês 06 Dia Ter
O bitcoin iniciou a primeira segunda-feira de 2026 com uma performance vigorosa, atingindo novas máximas anuais durante a abertura dos mercados em Nova York. A principal criptomoeda do mundo tocou o patamar de US$ 94.752 no terminal da Bitstamp, consolidando um rali que acompanha a valorização generalizada de ativos escassos.
placeholder
Ouro recua de US$ 4.500 em meio à realização de lucros antes da divulgação de dados macroeconômicos importantes dos EUAO ouro (XAU/USD) tem dificuldade em capitalizar os fortes ganhos semanais registrados nos últimos dois dias e enfrenta rejeição perto da marca psicológica de US$ 4.500, ou acima da alta de uma semana atingida durante o pregão asiático na quarta-feira.
Autor  FXStreet
Ontem 06: 02
O ouro (XAU/USD) tem dificuldade em capitalizar os fortes ganhos semanais registrados nos últimos dois dias e enfrenta rejeição perto da marca psicológica de US$ 4.500, ou acima da alta de uma semana atingida durante o pregão asiático na quarta-feira.
placeholder
Bitcoin recua para a faixa de US$ 91 mil após mudanças no índice MSCIO Bitcoin (BTC) registrou queda de 2,30% nesta quarta-feira, sendo negociado em torno de US$ 91.100 após tocar mínimas intradiárias próximas de US$ 91.550. O movimento de correção ocorreu mesmo diante de sinais de acumulação institucional, como a movimentação de uma carteira de baleia que adquiriu cerca de US$ 280 milhões em criptoativos.
Autor  Pedro Augusto Prazeres
10 horas atrás
O Bitcoin (BTC) registrou queda de 2,30% nesta quarta-feira, sendo negociado em torno de US$ 91.100 após tocar mínimas intradiárias próximas de US$ 91.550. O movimento de correção ocorreu mesmo diante de sinais de acumulação institucional, como a movimentação de uma carteira de baleia que adquiriu cerca de US$ 280 milhões em criptoativos.
placeholder
Brava Energia brilha em dia de queda do Ibovespa e incertezas com juros norte-americanosAs ações da Brava Energia, negociadas sob o ticker BRAV3, demonstraram uma resiliência inesperada durante o pregão desta quarta-feira. Após iniciarem o dia com uma desvalorização acentuada que chegou a ultrapassar o patamar de 5%, os papéis inverteram a tendência e encerraram a sessão com uma valorização de 2,74%, cotados a R$ 16,13.
Autor  Pedro Augusto Prazeres
10 horas atrás
As ações da Brava Energia, negociadas sob o ticker BRAV3, demonstraram uma resiliência inesperada durante o pregão desta quarta-feira. Após iniciarem o dia com uma desvalorização acentuada que chegou a ultrapassar o patamar de 5%, os papéis inverteram a tendência e encerraram a sessão com uma valorização de 2,74%, cotados a R$ 16,13.
placeholder
A pressão de venda do ouro persiste, com os operadores a garantirem os lucros antes do relatório NFP dos EUAO ouro (XAU/USD) continua sob alguma pressão de venda pelo segundo dia consecutivo e recua para perto da mínima da noite durante a sessão asiática desta quinta-feira. A queda não tem nenhum catalisador fundamental e provavelmente permanecerá limitada em meio a um cenário fundamental favorável.
Autor  FXStreet
7 horas atrás
O ouro (XAU/USD) continua sob alguma pressão de venda pelo segundo dia consecutivo e recua para perto da mínima da noite durante a sessão asiática desta quinta-feira. A queda não tem nenhum catalisador fundamental e provavelmente permanecerá limitada em meio a um cenário fundamental favorável.
Produtos relacionados
goTop
quote