Estes setores devem ser os mais expostos à onda de calor no Brasil, segundo o BofA
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- O WTI sobe para cerca de US$ 91,00 devido aos ataques à infraestrutura energética do Oriente Médio
- O ouro se recupera da mínima de um mês, com as tensões geopolíticas e a desvalorização do dólar americano servindo de suporte
- A Nvidia revela amplas parcerias em IA na GTC 2026, enquanto a demanda por chips se aproxima de US$ 1 trilhão
- O ouro continua sendo amplamente oferecido, com os olhos voltados para a mínima do ano até o momento, em meio à postura hawkish dos bancos centrais
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Investing.com – Com temperaturas elevadas em mais uma onda de calor no Brasil, o Bank of America (NYSE:BAC) (BofA) elencou os setores e companhias que devem ser mais afetados, conforme relatório divulgado a clientes e ao mercado nesta quarta-feira, 11.
“Os impactos a curto prazo serão provavelmente nos serviços públicos (preços da energia) e macro (inflação). Mas a seca prolongada pode representar riscos para a agricultura e os transportes”, apontam os analistas do BofA.
O Brasil deve enfrentar uma onda de calor severa até novembro, aponta o BofA, que menciona chance de temperaturas elevadas em todo o país acima de 50%, mesmo patamar de possibilidade de chuvas mais fracas em alguns estados.
Neste cenário, bandeiras tarifárias devem pressionar a inflação e o banco estima um impacto de 28 bps sobre o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) mensal de setembro. O banco, no entanto, não espera cobrança a partir de dezembro.
Para a atividade econômica, o BofA entende que os riscos estariam no agronegócio, com destaque para as culturas de soja e milho. No entanto, o impacto seria limitado nas lavouras de grãos. “Por enquanto, temperaturas mais altas e chuvas abaixo da média em setembro devem ter impacto limitado no plantio da safra de verão 24/25 no Brasil”, reforçam os analistas.
Em relação ao setor de transportes, tanto os rendimentos como os volumes da Rumo (BVMF:RAIL3) e Hidrovias do Brasil (BVMF:HBSA3) podem ser afetados.
“Ambas as empresas mencionaram que as negociações com as tradings poderiam ser adiadas até o final do ano, mas nenhum deles espera atualmente rendimentos mais baixos”, completa o BofA.
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