Latino-americanos preferem stablecoins ao bitcoin, aponta estudo
- A Rússia deve lucrar inesperadamente com a arrecadação de impostos sobre o petróleo, já que a interrupção no Estreito de Ormuz elevou os preços acima de US$ 100
- O ouro sobe à medida que o otimismo diplomático e a incerteza em torno do Fed enfraquecem o dólar americano
- O ouro recua após atingir a maior alta em quatro semanas, à medida que os riscos no Estreito de Ormuz amenizam a desvalorização do dólar
- Os otimistas do ouro parecem hesitantes, já que o fracasso das negociações entre os EUA e o Irã e as apostas em uma postura mais agressiva do Fed sustentam o dólar americano
- Wall Street freia as expectativas em relação à Intel apesar datronalta da semana passada
- O ouro permanece próximo da máxima de quatro semanas em meio a esperanças diplomáticas em relação ao Irã, reavivando as apostas em um corte nas taxas pelo Fed

Investing.com – Ainda que o Bitcoin seja a principal moeda do mercado, a maioria dos usuários de criptomoedas na América Latina prefere stablecoins, segundo estudo “O estado dos mercados criptográficos da América Latina”, da Kaiko Research.
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“Essas moedas indexadas são agora o ativo digital mais popular para negociação na região, uma tendência que surgiu pela primeira vez no início de 2021. Mais de 40% de todas as negociações envolvem USDT, e quase metade das negociações denominadas em reais brasileiros (BRL) envolvem stablecoins”, aponta a Kaiko.
Segundo o estudo, a região da AL estaria na vanguarda da adoção de criptomoedas, com Brasil também emergindo como líder com iniciativas consideradas como progressistas, como teste da Drex, projeto de moeda digital (CBDC), criado e operado pelo Banco Central, e negociação de Exchange Traded Fund (ETF) de criptomoedas.
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“A América Latina também tem vários fatores específicos de cada país que aumentam a atratividade da região para as criptomoedas, incluindo a incerteza política, o aumento da inflação e uma grande população sem conta bancária”, destaca a Kaiko, mencionando como exemplo a Argentina, onde o volume em exchanges de criptomoedas denominado em peso argentino (ARS) subiu mais de 400% no acumulado do ano.
Na região, o domínio segue da Binance, mas players locais como Bitso e Mercado Bitcoin estão desafiando a exchange.
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