Latino-americanos preferem stablecoins ao bitcoin, aponta estudo
- O ouro permanece próximo do pico histórico em meio a fluxos de refúgio seguro, dólar americano fraco e antecipando a decisão do Fed
- O ouro estende sua sequência de recordes históricos pelo sexto dia consecutivo, impulsionado por fluxos de ativos de refúgio e pelo dólar fraco
- O ouro continua a subir, ultrapassando os US$ 5.200; novos máximos históricos e tendência de alta antes da decisão do Fed
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Investing.com – Ainda que o Bitcoin seja a principal moeda do mercado, a maioria dos usuários de criptomoedas na América Latina prefere stablecoins, segundo estudo “O estado dos mercados criptográficos da América Latina”, da Kaiko Research.
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“Essas moedas indexadas são agora o ativo digital mais popular para negociação na região, uma tendência que surgiu pela primeira vez no início de 2021. Mais de 40% de todas as negociações envolvem USDT, e quase metade das negociações denominadas em reais brasileiros (BRL) envolvem stablecoins”, aponta a Kaiko.
Segundo o estudo, a região da AL estaria na vanguarda da adoção de criptomoedas, com Brasil também emergindo como líder com iniciativas consideradas como progressistas, como teste da Drex, projeto de moeda digital (CBDC), criado e operado pelo Banco Central, e negociação de Exchange Traded Fund (ETF) de criptomoedas.
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“A América Latina também tem vários fatores específicos de cada país que aumentam a atratividade da região para as criptomoedas, incluindo a incerteza política, o aumento da inflação e uma grande população sem conta bancária”, destaca a Kaiko, mencionando como exemplo a Argentina, onde o volume em exchanges de criptomoedas denominado em peso argentino (ARS) subiu mais de 400% no acumulado do ano.
Na região, o domínio segue da Binance, mas players locais como Bitso e Mercado Bitcoin estão desafiando a exchange.
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