Meta considera parceria com Google e OpenAI para impulsionar IA

Fonte Cryptopolitan

A Meta Platforms está considerando unir forças com seus maiores concorrentes na corrida pelo desenvolvimento de inteligência artificial. Segundo relatos, a empresa conversou com o Google e a OpenAI para integrar seus modelos de IA ao crescente conjunto de produtos de IA da Meta.

Executivos do Meta Superintelligence Labs, a nova divisão de IA da empresa, discutiram a incorporação do modelo Gemini do Google. O objetivo seria aprimorar as respostas em texto, já altamente precisas e naturais, do Meta AI, o chatbot líder da empresa, quando os usuários fazem perguntas.

As discussões também incluíram o uso potencial dos modelos da OpenAI, a tecnologia que poderia aprimorar os recursos de IA no Facebook, Instagram e WhatsApp. Qualquer parceria não significaria um afastamento permanente do trabalho da Meta. De acordo com pessoas familiarizadas com as discussões, espera-se que esses acordos sejam uma medida paliativa para o desenvolvimento da tecnologia interna da Meta. A prioridade da empresa é desenvolver o novo modelo de linguagem de grande porte A Meta pretende que este modelo desafie a série GPT da OpenAI e a Gemini do Google.

Essa posturamatic transmite a sensação de emergência na corrida armamentista da IA. Os concorrentes já lançaram produtos sofisticados, e a Meta não quer ficar para trás no desenvolvimento de seus sistemas. No curto prazo, tomar emprestado o poder do Google ou da OpenAI torna seus sistemas de IA competitivos e envolventes para os usuários.

Meta combina IA externa com trabalho interno

Visando a autossuficiência, a Meta já está experimentando IA fora da empresa. Um assistente de codificação que utiliza os modelos da Anthropic está disponível para os funcionários, que podem compor e testar softwares rapidamente. Isso demonstra que a Meta está disposta a combinar tecnologia externa com suas ferramentas internas ao fazer isso, oferecendo um benefício diferenciado.

Um porta-voz da Meta enfatizou essa estratégia adaptável, afirmando que a empresa estava adotando uma "abordagem que inclui tudo isso". Isso envolve a criação de modelos de ponta, a colaboração com outros players líderes e a tecnologia de código aberto. A Meta tem sido uma das empresas mais agressivas na terceirização de seus modelos, lançando versões anteriores do Llama para pesquisadores e desenvolvedores.

O impulso está sendo impulsionado por investimentos massivos. No início deste ano, a Meta prometeu bilhões de dólares para expandir o Meta Superintelligence Labs. Mark Zuckerberg contratou Alexandr Wang, ex-CEO da Scale AI, e Nat Friedman, ex-CEO do GitHub, para coliderar o projeto. O laboratório também recrutou uma dúzia de pesquisadores, muitos dos quais receberam ofertas de salários altíssimos, em linha com a ambição de Zuckerberg de transformar a Meta em líder em IA.

O ângulo desejado é claro. A Meta quer estar à frente da revolução da IA, não apenas uma seguidora rápida. Uma aliança temporária com a OpenAI ou o Google poderia preencher algumas dessas lacunas no curto prazo, mas a empresa aposta que sua tecnologia desenvolvida internamente acabará rivalizando com a concorrência.

A competição molda as escolhas da Meta

A abordagem da Meta é semelhante, mas também diferente, da forma como outras gigantes da tecnologia lidam com a corrida armamentista da IA. A Microsoft foi uma das primeiras a apostar na OpenAI, investindo bilhões na empresa e integrando profundamente os modelos GPT em seus produtos. A Apple optou por um caminho mais equilibrado, colaborando este ano com a OpenAI para integrar o ChatGPT ao iPhone e desenvolver seu próprio sistema Apple Intelligence.

A abordagem da Meta situa-se em algum ponto intermediário. Assim como a Apple, ela busca flexibilidade e, se conseguir, mesclará parcerias com seus modelos. Assim como a Microsoft, está disposta a investir muito paratractalentos e acelerar a pesquisa. O que diferencia a Meta é que ela está disposta a emprestar ao mundo partes do que construiu, uma estratégia que conquista amigos e influencia desenvolvedores, além de pressionar rivais próximos.

Para os usuários, isso pode significar características de IA mais poderosas para seus aplicativos de mídia social, que atendem bilhões de pessoas. Para a indústria, as negociações da Meta com o Google e a OpenAI demonstram que até mesmo rivais acirrados podem precisar trabalhar juntos às vezes. A cooperação, por mais passageira que seja, pode ser crucial para se manter competitivo na corrida da IA.

Mas, a longo prazo, o destino da Meta está na Llama 5 e em diante. Se seus modelos puderem rivalizar ou superar a Gemini e a GPT, a Meta pode não precisar mais de ajuda externa. Até lá, acordos com rivais podem ser a ponte que a manterá na disputa.

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