Renda fixa: Quais ativos do Tesouro Direto escolher no momento, segundo o Itaú BBA
- Bitcoin segue pressionado enquanto demanda institucional por BTC permanece fraca
- Os investidores pessimistas em Bitcoin miram um patamar de US$ 52.000, enquanto se posicionam para uma queda em 2026
- O ouro cai para perto de US$ 4.050 em meio à incerteza sobre as negociações entre EUA e Irã
- Ações asiáticas registram alta: Nikkei retoma os 70.000, Samsung salta 4% para liderar ações de chips, SoftBank, Kioxia, Hynix disparam
- WTI cai abaixo de US$ 70 com pressão do Iraque sobre cotas da OPEP
- O ouro recua abaixo de US$ 4.000 com apostas de alta do Fed e riscos em Ormuz sustentando o dólar como porto seguro

Investing.com – Com juros mantidos em 10,5%, investidores seguem atentos às oportunidades na renda fixa brasileira. Neste cenário, o Itaú BBA indica alocação em quatro ativos na sua carteira de Tesouro Direto: Tesouro Selic 2027 (pós-fixado), Tesouro 2027 (prefixado), Tesouro IPCA+ 2029 e 2045 (ambos indexados à inflação).
“Nas últimas semanas, a manutenção da taxa Selic no patamar de 10,5% a.a. continuou a prover aos títulos pós-fixados não somente uma elevada rentabilidade em termos nominais como também excelente retorno acima da inflação. A situação é esperada que se mantenha para os próximos trimestres”, destacou o banco em relatório divulgado a clientes e ao mercado nesta segunda-feira, 12 de agosto.
O banco segue com visão favorável também para títulos atrelados à inflação, diante do nível de taxa maior do que os estrategistas entendem ser a taxa de equilíbrio de longo prazo no cenário doméstico.
Enquanto isso, para os pós-fixados, ainda que o cenário tenda a continuar confortável ao longo dos próximos meses, a precificação torna atrativos os títulos de prazo intermediário, com vértices entre dois e três anos, completa o Itaú BBA.
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