Renda fixa: Quais ativos do Tesouro Direto escolher no momento, segundo o Itaú BBA
- O ouro cai do pico de três semanas e se mantém perto de US$ 4.800, enquanto cessar-fogo entre EUA e Irã pressiona o dólar
- O Banco da França repatriou 129 toneladas de ouro dos Estados Unidos
- Um cessar-fogo de duas semanas no Irã derrubou o preço do petróleo em 10% e fez Bitcoin ultrapassar os US$ 72.000: começou a desmoronar em poucas horas
- O ouro permanece em baixa, enquanto o impasse no Estreito de Ormuz sustenta o dólar em meio a apostas em alta nas taxas do Fed
- O ouro continua em baixa, já que o ceticismo sobre a trégua entre EUA e Irã sustenta o dólar
- O ouro cai ligeiramente, enquanto os riscos em Hormuz alimentam preocupações com inflação e apostas em um Fed hawkish antes do IPC dos EUA

Investing.com – Com juros mantidos em 10,5%, investidores seguem atentos às oportunidades na renda fixa brasileira. Neste cenário, o Itaú BBA indica alocação em quatro ativos na sua carteira de Tesouro Direto: Tesouro Selic 2027 (pós-fixado), Tesouro 2027 (prefixado), Tesouro IPCA+ 2029 e 2045 (ambos indexados à inflação).
“Nas últimas semanas, a manutenção da taxa Selic no patamar de 10,5% a.a. continuou a prover aos títulos pós-fixados não somente uma elevada rentabilidade em termos nominais como também excelente retorno acima da inflação. A situação é esperada que se mantenha para os próximos trimestres”, destacou o banco em relatório divulgado a clientes e ao mercado nesta segunda-feira, 12 de agosto.
O banco segue com visão favorável também para títulos atrelados à inflação, diante do nível de taxa maior do que os estrategistas entendem ser a taxa de equilíbrio de longo prazo no cenário doméstico.
Enquanto isso, para os pós-fixados, ainda que o cenário tenda a continuar confortável ao longo dos próximos meses, a precificação torna atrativos os títulos de prazo intermediário, com vértices entre dois e três anos, completa o Itaú BBA.
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