O ouro estende sua sequência de recordes históricos pelo sexto dia consecutivo, impulsionado por fluxos de ativos de refúgio e pelo dólar fraco
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A compra de ouro mantém-se intensa pelo sexto dia consecutivo, impulsionada pela demanda contínua por ativos de refúgio.
A operação de "venda de ativos americanos" pressiona fortemente o dólar americano e beneficia ainda mais o par XAU/USD.
Expectativas de política monetária flexível do Fed contribuem para a alta, à frente da reunião de política monetária do FOMC.
O ouro (XAU/USD) consolida a forte alta da semana passada e ganha tração positiva adicional pelo sexto dia consecutivo, atingindo um novo pico histórico durante a sessão asiática desta segunda-feira. A commodity se aproxima da marca de US$ 5.100, pois os investidores continuam a buscar refúgio em ativos tradicionais de segurança diante das persistentes incertezas geopolíticas e comerciais. Além disso, as perspectivas de um maior afrouxamento monetário pelo Federal Reserve (Fed) dos EUA, as compras sustentadas por bancos centrais e os fluxos recordes para fundos negociados em bolsa continuam a sustentar a alta incansável.
Enquanto isso, os investidores têm retirado capital de ativos americanos devido ao aumento dos riscos econômicos e políticos vinculados às ameaças tarifárias do presidente dos EUA, Donald Trump. Somando-se a isso, o ataque do governo dos EUA à independência do Fed e as preocupações com os níveis da dívida pública arrastam o dólar americano (USD) ao seu nível mais baixo desde setembro de 2025, oferecendo ainda mais suporte ao ouro. Os investidores agora aguardam o resultado da reunião de dois dias do FOMC na quarta-feira em busca de sinais sobre o rumo dos cortes de juros do Fed, o que direcionará o dólar e o metal amarelo (que não gera rendimento).
Resumo Diário dos Movimentos do Mercado: Ouro continua sustentado pela fuga global para ativos seguros e pelo dólar fraco
A recente e breve escalada do atrito entre os Estados Unidos e a OTAN em relação à Groenlândia levantou dúvidas sobre a confiança na aliança. Além disso, Ucrânia e Rússia encerraram um segundo dia de negociações intermediadas pelos EUA em Abu Dhabi no sábado sem um acordo.
Somando-se a isso, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou no sábado que imporia uma tarifa de 100% ao Canadá se este prosseguisse com um acordo comercial com a China. Isso continua a impulsionar o ouro, ativo de refúgio, para novos máximos históricos pelo sexto dia consecutivo nesta segunda-feira.
Este cenário se soma à tendência mais ampla de desdolarização e às apostas de que o Federal Reserve dos EUA cortará as taxas de juros mais duas vezes em 2026, o que arrasta o dólar americano para sua menor cotação em quatro meses e se revela outro fator que beneficia o metal precioso.
O banco central da China estendeu sua onda de compras de ouro pelo décimo quarto mês consecutivo em dezembro. Além disso, bancos centrais de mercados emergentes — Banco Nacional da Polônia, Reserve Bank of India e Banco Central do Brasil — foram compradores ativos no início de 2026.
Ademais, a demanda global por investimentos em ouro por meio de fundos negociados em bolsa (ETFs) aumentou 25% em 2025. Na verdade, os estoques de ouro subiram para 4.025,4 toneladas, contra 3.224,2 toneladas em 2024, e o total de Ativos Sob Gestão (AUM) em ETFs atingiu US$ 558,9 bilhões.
O sentimento de "venda de ativos americanos" ganhou força nas últimas semanas devido à disputa tarifária sobre a Groenlândia, ao ataque do governo dos EUA à independência do Federal Reserve e às preocupações persistentes sobre os níveis da dívida pública. Isso fortalece ainda mais a commodity.
O foco do mercado agora se volta para a aguardada reunião de dois dias do FOMC, que começa na terça-feira. O Fed está programado para anunciar sua decisão na quarta-feira, embora a atenção esteja voltada para o comunicado oficial e a coletiva de imprensa pós-reunião.
Os comentários do presidente do Fed, Jerome Powell, serão analisados em busca de sinais sobre o rumo futuro da política monetária, o que direcionará o dólar e o metal amarelo (que não gera rendimento). Enquanto isso, os dados de Pedidos de Bens Duráveis dos EUA podem gerar oportunidades de curto prazo nesta segunda-feira.
Os compradores de ouro fazem uma pausa para respirar próximo à resistência do canal ascendente, em torno da marca de US$ 5.100
O canal ascendente a partir de US$ 4.464,07 sustenta a tendência de alta, com resistência próxima a US$ 5.099,04. O par XAU/USD oscila próximo ao limite superior, onde as altas tendem a perder impulso. Uma ruptura clara poderia estender a subida, enquanto uma rejeição nessa barreira manteria o avanço contido dentro do canal.
A linha de Convergência e Divergência de Médias Móveis (MACD) permanece acima da linha de Sinal e acima de zero, e o histograma positivo está se expandindo — indicando um fortalecimento do momento de alta. O RSI está em 80,76, sinalizando condições estendidas que podem anteceder uma pausa. Se o momento perder força, o suporte se alinha com o piso do canal próximo a US$ 4.932,75. Manter essa base preservaria a estrutura de alta, enquanto uma ruptura decisiva para baixo sinalizaria uma fase corretiva mais profunda.
(A análise técnica desta história foi escrita com a ajuda de uma ferramenta de IA.)
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