| Receita | — | +26,1% | O crescimento foi liderado pelo Peru e pela Colômbia |
| Resultado operacional líquido (NOI) | US$ 12,2 milhões | +27% | Excluindo a conversão cambial da Colômbia, o NOI aumentou 23%, para US$ 11,8 milhões |
| NOI de mesmas propriedades (same-property) | US$ 9,6 milhões | Aproximadamente +15% | Sustentado pelo crescimento dos aluguéis e por spreads de locação positivos |
| Aluguel médio por pé quadrado | US$ 8,88 | +10% | Reflete renovações, expansões e novas locações |
| Taxa de ocupação | 100% | Inalterada | Ocupação total em toda a plataforma logística regional |
| Despesas operacionais | US$ 2,6 milhões | +27% | Custos mais altos decorrentes das novas operações no Peru, manutenção e impostos prediais na Costa Rica |
| Despesas gerais e administrativas | US$ 4,2 milhões | -8,7% | Despesas menores com relatórios e serviços jurídicos |
| Ganho com propriedades para investimento | US$ 20,0 milhões | Frente a um prejuízo de US$ 0,3 milhão | Incluiu um ganho de US$ 16,3 milhões relacionado a Lima Sur e um ganho de valorização de US$ 3,2 milhões em Coyol |
| Custos financeiros | US$ 4,8 milhões | +1,8% | Refletiu maior endividamento e taxas atreladas à atividade de desenvolvimento |
| ABL operacional | 5,8 milhões de pés quadrados | +9,7% | Ao final do trimestre |
| ABL locada | 6,2 milhões de pés quadrados | +10,8% | Ao final do trimestre |
| Valor intrínseco por ação declarado pela administração, líquido do imposto sobre ganho de capital | US$ 8,62 | +16%; +8,2% sequencialmente | A administração afirmou que isso exclui o valor da plataforma operacional |