Mark Cuban afirmou que a história em torno da venda de seus Bitcoin (CRYPTO: BTC) estava errada e que ele não se desfez do ativo por causa da guerra com o Irã.
Conforme relatado anteriormente no Cryptopolitan, Mark se desfez de 80% de seus Bitcoin quando o preço da moeda caiu junto com o ouro, que atingiu US$ 5.000, alegando que esse ativo digital estava de fato em declínio.
A informação omitida na versão anterior é que o preço do BTC subiu 16% desde o início da guerra dodent Donald Trump contra o Irã.
Mark afirmou que se desfez de suas moedas antes do início desta guerra e que seus preços de venda variam de US$ 88.000 a um mínimo de US$ 120.000, acrescentando: "Sigo a regra das ações: saio quando minha tese deixa de ser relevante."
Mark disse que Bitcoin foi vendido durante anos como uma proteção contra a desvalorização da moeda, o caos dos bancos centrais e as crises econômicas. Seguindo essa lógica, Bitcoin não deveria tracas oscilações de preço do mercado de ações.
“Não era para ser isso que o Bitcoin deveria ser. Pelo menos não na minha opinião”, disse Mark. Ele também mencionou Michael Saylor na discussão. A empresa de Michael, a Strategy (NASDAQ: MSTR), tornou-se uma das maiores compradoras corporativas Bitcoin do mercado.
“E quem sabe quanto do preço é sustentado pela Saylor”, disse Mark. “Nem mesmo os carros maxi têm feito tanto barulho. Não estou dizendo que vai a zero. Estou dizendo que todo o seu valor é construído com base na oferta e na procura, com um pequeno acréscimo para pagamentos parcelados.”
Há sete meses, Bitcoin atingiu seu valor máximo histórico de US$ 126.000. O sentimento era positivo. Muitos investidores em criptomoedas acreditavam que ultrapassar a marca de US$ 1 milhão não só era possível, como também estava predestinado pelos gráficos. Atualmente, Bitcoin está cotado a aproximadamente US$ 76.000, uma queda de cerca de 40% em relação ao seu valor máximo histórico.
No entanto, a perspectiva de longo prazo não pinta um quadro negativo. Bitcoin subiu de US$ 10.000 em novembro de 2017 para US$ 100.000 em dezembro de 2024. Ele conseguiu passar mais de dez anos em ascensão, superando crises, golpes, flutuações de taxas, colapsos de corretoras e milhares de artigos afirmando que "Bitcoin está morto".
Quem compra na baixa tem a história a seu favor. Bitcoin caiu 64% em 2022, mas se recuperou com ganhos de 156% em 2023 e 121% em 2024. Quem comprou perto de US$ 16.000 durante o colapso de 2022 viu o preço subir para US$ 126.000 posteriormente.
Na Polymarket, Bitcoin tem 50% de chance de cair para US$ 55.000 este ano, 42% de probabilidade de cair para US$ 50.000 e 32% de probabilidade de atingir US$ 45.000. Pode cair para até US$ 25.000 com uma probabilidade de 8%, enquanto também existe a possibilidade de subir para US$ 150.000 com uma probabilidade de 8%.
Entretanto, a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) aprovou hoje a listagem de opções de índice Bitcoin pela Nasdaq (NASDAQ: NDAQ).
Ostracoferecerão aos investidores em ações dos EUA outra maneira de apostar no Bitcoin sem usar opções vinculadas a ETFs Bitcoin à vista, incluindo o iShares Bitcoin Trust ETF (NASDAQ: IBIT) da BlackRock (NYSE: BLK).
A Comissão de Valores Mobiliários (SEC) concedeu aprovação acelerada em uma ordem emitida na sexta-feira. Isso significa que serão opções com liquidação cash ou do tipo europeu e, portanto, o exercício antecipado não será uma preocupação paratrac"in-the-money" antes do vencimento.
É importante ressaltar que o produto ainda não está disponível para negociação, pois precisa ser aprovado definitivamente pela Commodity Futures Trading Commission (CFTC) antes de ser listado na Nasdaq.
O índice subjacente para este produto será o CME CF Bitcoin Real Time Index. Este índice coleta dados de preços de corretoras de criptomoedas a cada 200 milissegundos.
Vale mencionar que o CME Group (NASDAQ: CME) oferecetracde opções paratracfuturos Bitcoin desde 2020. A diferença reside no fato de que isso ocorre dentro do ambiente do mercado de ações.
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