Bolsa brasileira aguarda gatilhos para continuar subindo – Bank of America
- O ouro sobe com a desvalorização do dólar americano devido à prorrogação do cessar-fogo entre os EUA e o Irã; falta convicção de alta
- O ouro tem dificuldade para ampliar a recuperação além da média móvel de 100 horas, já que o aumento dos rendimentos dos títulos dos EUA limita os ganhos
- O ouro recua para perto dos US$ 4.800, enquanto o dólar americano sobe ligeiramente antes das negociações de paz entre os EUA e o Irã
- O ouro oscila perto dos US$ 4.700, à medida que os riscos no Estreito de Ormuz e a reavaliação da política monetária do Fed, impulsionada pela inflação, fortalecem o dólar americano
- O ouro parece vulnerável perto da mínima de duas semanas, à medida que o impasse entre os EUA e o Irã e os temores de inflação impulsionam o dólar americano
- Baleia de Bitcoin liquida R$ 52 bilhões após 14 anos e movimenta o mercado

Investing.com – O índice da bolsa de valores brasileira Ibovespa aguarda gatilhos para continuar o movimento de alta, de acordo com o Bank of America (NYSE:BAC), que tratou do tema em relatório divulgado a clientes e ao mercado nesta terça-feira, 10.
Os estrategistas do banco Paula Andrea Soto, David Beker, Carlos Peyrelongue e Mateus Conceição afirmam que o Ibovespa foi o principal impulsionador da América Latina em agosto, com um incremento em dólar de 6,5%, mas, entre as performances avaliadas pelo BofA, o MSCI LatAm segue como ativo com pior desempenho neste ano.
“No Brasil, os fluxos estrangeiros na B3 (BVMF:B3SA3) e taxas globais mais baixas foram impulsionadores positivos para o Brasil no mês passado. O foco está na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) na próxima semana”, destaca o BofA, que agora espera um aumento de juros pela autoridade monetária brasileira.
A alocação em ações da indústria de fundos locais brasileira seguiu em 8,5% em julho, menor patamar desde novembro de 2017. Em janeiro do ano passado, o índice era de 8,9%, indica o relatório.
Enquanto isso, nos fundos locais de renda fixa, somente em agosto, as entradas somaram R$43 bilhões. No acumulado do ano, as entradas nos fundos de renda fixa atingem R$304 bilhões.
Na bolsa de valores (B3), os analistas mencionam que agosto teve a maior entrada estrangeira em um mês desde novembro de 2023, com R$19 bilhões de entradas, sendo R$10 bilhões em ações à vista e R$9 bilhões em futuros. No mês de julho, as entradas alcançaram R$13 bilhões, mas os fluxos externos acumulam resultado negativo no acumulado do ano, com saídas de R$17 bilhões.
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