Telecom: Lucros em alta no segundo trimestre devem sustentar visão otimista - BofA
- O ouro sobe com a desvalorização do dólar americano devido à prorrogação do cessar-fogo entre os EUA e o Irã; falta convicção de alta
- O ouro tem dificuldade para ampliar a recuperação além da média móvel de 100 horas, já que o aumento dos rendimentos dos títulos dos EUA limita os ganhos
- O ouro recua para perto dos US$ 4.800, enquanto o dólar americano sobe ligeiramente antes das negociações de paz entre os EUA e o Irã
- O ouro oscila perto dos US$ 4.700, à medida que os riscos no Estreito de Ormuz e a reavaliação da política monetária do Fed, impulsionada pela inflação, fortalecem o dólar americano
- O ouro parece vulnerável perto da mínima de duas semanas, à medida que o impasse entre os EUA e o Irã e os temores de inflação impulsionam o dólar americano
- Baleia de Bitcoin liquida R$ 52 bilhões após 14 anos e movimenta o mercado

Investing.com – Analistas do Bank of America (NYSE:BAC) (BofA) esperam resultados sólidos para empresas de telecomunicações em sua cobertura, sugerindo que a alta nos lucros deve sustentar a visão otimista para o setor, conforme relatório divulgado aos clientes e ao mercado nesta sexta-feira, 12. Assim, a expectativa é de rendimentos estimada para este ano é de 9%, com riscos altistas.
De acordo com os analistas Lucca Brendim e Arthur Pereira, a dinâmica saudável do setor continua. “Fortes adições líquidas e aumentos de preços (termos reais) devem contribuir para o crescimento real da receita e expansão da margem nos próximos trimestres”, reforçam os analistas.
Para a Telefônica Brasil (Vivo) (BVMF:VIVT3), o lucro por ação (LPA) deve subir 13% e as receitas 7%, ambos na base anual, estima o BofA. A projeção é de um lucro líquido de R$ 2,3 bilhões, variação positiva de 13% ante igual intervalo do ano passado, com um capex 2% mais baixo, a R$ 2,3 bilhões.
Em relação à Tim (BVMF:TIMS3), o banco espera alta anual de 13% no LPA e de 7% nas receitas no consolidado. A expectativa é de um lucro líquido de R$ 720 milhões, acréscimo anual de 13%, com baixa no capex em 1% na mesma análise, somando R$ 940 milhões.
O BofA reforça a recomendação de compra para os papéis de Vivo e Tim, com preço-justo de R$ 62 e R$ 22, respectivamente.
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