| Vendas líquidas | US$ 4,7 bilhões | +39% a/a | Preços mais altos do cobre e de subprodutos |
| EBITDA ajustado | US$ 3,0 bilhões | +54% a/a | Vendas maiores e preços mais fortes |
| Margem EBITDA ajustada | 65% | 59% no 3T25 | Melhora no mix de receita e créditos de subprodutos |
| Lucro líquido | US$ 1,8 bilhão | +63% a/a | Vendas líquidas maiores |
| Margem líquida | 38% | 33% no 3T25 | Crescimento dos lucros superou o crescimento das vendas |
| Fluxo de caixa operacional | US$ 2,2 bilhões | +43% a/a | Geração de caixa operacional mais forte |
| Custos e despesas operacionais | — | +US$ 223 milhões, ou 17% a/a | Combustível, mão de obra, energia, depreciação e consumo de estoque |
| Custo de caixa líquido por libra de cobre | US$ 0,09 | Queda de 77% em relação a US$ 0,42 | Créditos de subprodutos maiores |
| Custo de caixa antes de créditos de subprodutos | US$ 2,46 por libra | +US$ 0,23, ou 10% a/a | Custos de produção e administrativos mais altos |
| Créditos de subprodutos | US$ 1,2 bilhão / US$ 2,36 por libra | +31% a/a | Molibdênio, zinco, prata e ácido sulfúrico |
| EBITDA ajustado acumulado em nove meses | US$ 8,6 bilhões | +56% a/a | Vendas maiores e preços mais altos das commodities |
| Fluxo de caixa operacional acumulado em nove meses | US$ 5,9 bilhões | +81% a/a | Forte geração de caixa operacional |
| Custo de caixa líquido acumulado em nove meses | US$ 0,01 por libra | Queda de 98% em relação a US$ 0,61 | Aumento de 54% nos créditos de subprodutos |