| Receita | Aproximadamente US$ 30 bilhões | Alta de cerca de 3% ano a ano |
| Lucro líquido | US$ 6,9 bilhões | Após o encargo do acordo regulatório |
| LPA diluído | US$ 0,91 | O acordo reduziu o LPA em US$ 0,17 |
| Lucro líquido ajustado | US$ 8,1 bilhões | Exclui o encargo do acordo de US$ 1,2 bilhão |
| LPA ajustado | Aproximadamente US$ 1,08 | Alta em relação ao ano anterior |
| NII, em base FTE | US$ 16,6 bilhões | Alta de 8% ano a ano e de US$ 450 milhões em relação ao 2T |
| Margem líquida de juros (Net interest yield) | 2,16% | Alta de 15 pontos-base ano a ano e de 8 pontos-base
na comparação sequencial |
| Despesas reportadas | US$ 19,7 bilhões | Inclui o encargo do acordo |
| Despesas ajustadas | Mais de US$ 18,5 bilhões | Queda de quase US$ 100 milhões em relação ao 2T; alta de pouco menos de 7% ano a
ano |
| Despesas com provisão | Aproximadamente US$ 1,3 bilhão | Menor que no 2T |
| Índice de baixas líquidas | 44 pontos-base | Melhora na comparação sequencial |
| Empréstimos no final do trimestre | US$ 1,25 trilhão | Alta de US$ 34 bilhões em relação ao 2T |
| Depósitos no final do trimestre | Acima de US$ 2 trilhões | Alta de US$ 14 bilhões em relação ao 2T e de US$ 31 bilhões ano a ano |
| Índice CET1 | 10,9% | Queda de cerca de 35 pontos-base em relação ao 2T |
| Fontes globais de liquidez | US$ 914 bilhões | Permaneceram fortes |
| Capital retornado | US$ 8,3 bilhões | Dividendos e recompra de ações |