JPMorgan: Cenário americano traz mensagens contraditórias para mercados emergentes
- A Rússia deve lucrar inesperadamente com a arrecadação de impostos sobre o petróleo, já que a interrupção no Estreito de Ormuz elevou os preços acima de US$ 100
- O ouro sobe à medida que o otimismo diplomático e a incerteza em torno do Fed enfraquecem o dólar americano
- O ouro recua após atingir a maior alta em quatro semanas, à medida que os riscos no Estreito de Ormuz amenizam a desvalorização do dólar
- Os otimistas do ouro parecem hesitantes, já que o fracasso das negociações entre os EUA e o Irã e as apostas em uma postura mais agressiva do Fed sustentam o dólar americano
- Wall Street freia as expectativas em relação à Intel apesar datronalta da semana passada
- O ouro permanece próximo da máxima de quatro semanas em meio a esperanças diplomáticas em relação ao Irã, reavivando as apostas em um corte nas taxas pelo Fed

Investing.com – Com a expectativa de início do ciclo de cortes nas taxas de juros pelo Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos Estados Unidos) e foco nas eleições para presidência, incluindo o atentado contra o ex-presidente e candidato Donald Trump e incertezas sobre capacidade do atual presidente Joe Biden de continuar na disputa, os mercados emergentes seguem no aguardo destes desdobramentos.
De acordo com o banco JP Morgan, o cenário influencia os emergentes em linhas distintas: “Os ciclos macroeconômicos e políticos dos EUA continuam a enviar mensagens contraditórias para as ações dos mercados emergentes”, destaca em relatório divulgado a clientes e ao mercado nesta quinta-feira, 18.
Na tese bull, favorável, o banco diz que “as previsões de uma flexibilização do Fed em setembro com um ritmo trimestral de cortes a partir de então e rendimentos de 10 anos mais baixos no ano de 2024 para 4,15% são claramente positivos para convidar os investidores globais a apreciarem o maior crescimento, o baixo valuation o e o subposicionamento das ações dos mercados emergentes”.
Por outro lado, a tese bear, cautelosa, mostra que “o maior foco nas eleições nos EUA pode tornar-se um obstáculo para o lado positivo dos mercados emergentes, dadas as complicações em comércio, tarifas e riscos de discussões sobre prêmios”.
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