Ibovespa registra quarta pior performance em dólares desde 2000
- O ouro sobe com a desvalorização do dólar americano devido à prorrogação do cessar-fogo entre os EUA e o Irã; falta convicção de alta
- O ouro tem dificuldade para ampliar a recuperação além da média móvel de 100 horas, já que o aumento dos rendimentos dos títulos dos EUA limita os ganhos
- O ouro recua para perto dos US$ 4.800, enquanto o dólar americano sobe ligeiramente antes das negociações de paz entre os EUA e o Irã
- O ouro permanece próximo da máxima de quatro semanas em meio a esperanças diplomáticas em relação ao Irã, reavivando as apostas em um corte nas taxas pelo Fed
- O índice S&P 500 fecha em nova máxima histórica de 7.019 pontos, com as ações da Tesla apresentando uma recuperação impressionante
- A TSMC obteve lucro de US$ 18,2 bilhões no primeiro trimestre de 2026, superando as expectativas pelo oitavo trimestre consecutivo

Investing.com – Incertezas políticas e cenário macroeconômico pressionado, com juros elevados e volatilidade no câmbio, marcam o primeiro semestre deste ano, levando o índice de referência da bolsa de valores, o Ibovespa, a registrar a quarta pior performance em dólares desde 2000. A análise é da Elos Ayta Consultoria, que avaluou o período até 2 de julho de 2024, quando o principal da B3 (BVMF:B3SA3) acumulou perda 20,56%.
“A perspectiva de crescimento econômico limitado também contribui para o desempenho negativo do mercado”, aponta a consultoria, mencionando ainda incertezas sobre a política monetária americana e olhar atento para sinais de recuperação global, que podem afetar o mercado brasileiro.
Melhores e piores resultados
“Entre os anos que apresentaram desempenhos negativos mais acentuados, destacam-se 2002, com uma queda de -36,40%, 2020, com -36,75%, e 2013, com -32,34%. O desempenho de 2024, embora não tão drástico quanto esses anos, reflete um cenário de instabilidade e desafios econômicos”, detalha Einar Rivero, consultor de dados financeiros de mercado.
Os anos de maior valorização do Ibov foram 2009, com apreciação de 63,11%, além de 2003, quando o índice subiu 47,90%, e 2016, com alta de 45,68%. “Esses picos de alta geralmente ocorrem após períodos de crise, sinalizando recuperações robustas”, pondera Rivero, que avalia a verificação da performance em dólares como essencial para os investidores estrangeiros.

Fonte: Elos Ayta Consultoria
Leia mais
Isenção de responsabilidade: este artigo representa apenas a opinião do autor e não pode ser usado como consultoria de investimento. O conteúdo do artigo é apenas para referência. Os leitores não devem tomar este artigo como base para investimento. Antes de tomar qualquer decisão de investimento, procure orientação profissional independente para garantir que você entenda os riscos.
Os Contratos por Diferença (CFDs) são produtos alavancados que podem resultar na perda de todo o seu capital. Esses produtos não são adequados para todos os clientes; por favor, invista com rigor. Consulte este arquivo para obter mais informações.






