Petróleo pode ir a US$65, mas está dividido entre duas tendências, diz Julius Baer
- O ouro sobe com a desvalorização do dólar americano devido à prorrogação do cessar-fogo entre os EUA e o Irã; falta convicção de alta
- O ouro recua para perto dos US$ 4.800, enquanto o dólar americano sobe ligeiramente antes das negociações de paz entre os EUA e o Irã
- O ouro oscila perto dos US$ 4.700, à medida que os riscos no Estreito de Ormuz e a reavaliação da política monetária do Fed, impulsionada pela inflação, fortalecem o dólar americano
- O ouro parece vulnerável perto da mínima de duas semanas, à medida que o impasse entre os EUA e o Irã e os temores de inflação impulsionam o dólar americano
- Baleia de Bitcoin liquida R$ 52 bilhões após 14 anos e movimenta o mercado
- Aave TVL perde US$ 10 bilhões após ataque à KelpDAO, mas esperanças de recuperação aumentam

Investing.com – O petróleo se comporta de forma mais amena nos últimos dias, dividido por suas tendências em direções opostas: segue a cautela no Oriente Médio, mas a perspectiva no longo prazo teria suavizado. É o que aponta o grupo suíço Julius Baer em nota ao mercado nesta quinta-feira, 24 de outubro, em que reduz a projeção para o petróleo para US$65 no final do ano que vem.
“No curto prazo, no entanto, o petróleo continua propenso à geopolítica e a picos temporários de preços”, pondera Norbert Rücker, chefe de economia e pesquisa de próxima geração do Julius Baer.
CONFIRA: Cotação das principais commodities
Apesar da calma recente, o Julius Baer aponta que o mercado passaria por um período de choque geopolítico. “O nervosismo parece palpável. No entanto, como estabelecido anteriormente, uma escalada total do conflito com impacto significativo no fornecimento de petróleo é menos provável”, destaca Rücker.
O especialista espera um excedente de oferta para o próximo ano, diante da estagnação da demanda no mundo ocidental e também na China. Por outro lado, a oferta sobe nas Américas. Uma normalização não seria um processo gradual, e a expectativa é de que a política de preços das nações produtoras de petróleo adicionem riscos de baixa no preço no próximo ano, em contraposição aos receios geopolíticos que pressionam as cotações para cima em 2024.
“No geral, a perspectiva suavizou para 2025. Os suprimentos aumentam, enquanto a curva de custo continua a afundar marginalmente em ganhos de produtividade. Além disso, qualquer choque geopolítico termina com uma queda nos preços do petróleo”, reforça o grupo suíço.
Leia mais
Isenção de responsabilidade: este artigo representa apenas a opinião do autor e não pode ser usado como consultoria de investimento. O conteúdo do artigo é apenas para referência. Os leitores não devem tomar este artigo como base para investimento. Antes de tomar qualquer decisão de investimento, procure orientação profissional independente para garantir que você entenda os riscos.
Os Contratos por Diferença (CFDs) são produtos alavancados que podem resultar na perda de todo o seu capital. Esses produtos não são adequados para todos os clientes; por favor, invista com rigor. Consulte este arquivo para obter mais informações.





