Goldman: Petrobras pode pagar até US$6 bi em dividendo extra até meados de 2025
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- O ouro oscila perto dos US$ 4.700, à medida que os riscos no Estreito de Ormuz e a reavaliação da política monetária do Fed, impulsionada pela inflação, fortalecem o dólar americano
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Investing.com – O Goldman Sachs (NYSE:BAC) enxerga espaço para possível distribuição de até US$ 6 bilhões em dividendos extraordinários no curto prazo, sendo US$4 bilhões até o final do ano e US$2 bilhões no primeiro semestre de 2025. A estimativa foi apresentada em relatório divulgado a clientes e ao mercado nesta quinta-feira, 12, em que o banco reforça a recomendação de compra na ação, com preço-alvo de US$15,40 para as American Depositary Receipts (ADRs), R$43,40 para ações ordinárias e R$39,40 para ações preferenciais.
Os analistas Bruno Amorim, Guilherme Costa Martins e Guilherme Bosso afirmam que a indicação favorável na ação ocorre diante de um maior diferencial de rendimento de fluxo de caixa frente aos players globais, além dos possíveis pagamentos de proventos extraordinários nos próximos meses.
Por outro lado, os analistas estimam menor potencial de valorização em meio à curva dos preços do petróleo, mesmo se houver diminuição significativa dos investimentos, e indicam ainda como critério a “força recente no preço das ações da PBR vis-à-vis a fraqueza nos preços do petróleo”.
Com queda nos preços do petróleo em torno de 20% desde o mês de junho, considerando a cotação do Brent, o banco cortou a projeção para a commodity para em torno de US$70 a US$85 o barril. Isso, segundo os analistas, estaria relacionado à “fraca demanda atual na China, a produção dos EUA mais forte do que o esperado e as surpresas positivas nos estoques da OCDE”, concluem.
Às 15h05 (de Brasília), as ações preferenciais da Petrobras (BVMF:PETR4) recuavam 0,88%, a R$36,97, enquanto as ordinárias registravam baixa de 0,85%, a R$40,62.
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