| Lucro líquido | US$ 2,1 bilhões | LPA diluído ajustado de US$ 5,09 |
| Receita total | US$ 6,6 bilhões | Queda de 5% na comparação trimestral; queda de 1% excluindo custos de integração e itens significativos |
| Receita líquida de juros | US$ 4,2 bilhões | Alta de aproximadamente US$ 100 milhões, ou 2%, na comparação trimestral |
| Margem líquida de juros | 2,94% | Queda de 2 pontos-base na comparação trimestral |
| Receita de tarifas e comissões | US$ 2,1 bilhões | Queda de US$ 137 milhões, ou 6%, na comparação trimestral |
| Despesas não decorrentes de juros | US$ 3,8 bilhões | Queda de US$ 347 milhões, ou 8%, na comparação trimestral |
| Empréstimos médios | US$ 372 bilhões | Alta de US$ 9 bilhões, ou 2%, na comparação trimestral |
| Depósitos médios | US$ 461 bilhões | Alta de US$ 4 bilhões, ou 1%, na comparação trimestral |
| Crescimento dos depósitos no fim do período | US$ 17 bilhões | Alta de 4% em relação a 30 de junho |
| Provisão para perdas com crédito | US$ 189 milhões | Estável na comparação trimestral |
| Baixas líquidas para prejuízo | US$ 257 milhões | 28 pontos-base dos empréstimos médios |
| Provisão para perdas de crédito | US$ 5,4 bilhões | 1,42% do total de empréstimos |
| Índice CET1 estimado | 9,8% | Permaneceu acima da meta da estrutura de capital definida pela administração |
| Valor patrimonial tangível por ação | US$ 108 | Queda de 3% na comparação trimestral, devido inteiramente à redução dos AOCI |
| Capital retornado aos acionistas | US$ 1,4 bilhão | Aproximadamente US$ 800 milhões em dividendos e US$ 560 milhões em recompra de ações |