JP Morgan revisa para baixo estimativa do PIB brasileiro
- A Rússia deve lucrar inesperadamente com a arrecadação de impostos sobre o petróleo, já que a interrupção no Estreito de Ormuz elevou os preços acima de US$ 100
- O ouro sobe à medida que o otimismo diplomático e a incerteza em torno do Fed enfraquecem o dólar americano
- O ouro recua após atingir a maior alta em quatro semanas, à medida que os riscos no Estreito de Ormuz amenizam a desvalorização do dólar
- Os otimistas do ouro parecem hesitantes, já que o fracasso das negociações entre os EUA e o Irã e as apostas em uma postura mais agressiva do Fed sustentam o dólar americano
- Wall Street freia as expectativas em relação à Intel apesar datronalta da semana passada
- O ouro permanece próximo da máxima de quatro semanas em meio a esperanças diplomáticas em relação ao Irã, reavivando as apostas em um corte nas taxas pelo Fed

Investing.com – O banco JP Morgan revisou para baixo sua projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, conforme relatório divulgado a clientes e ao mercado nesta segunda-feira, 22. As estimativas foram cortadas de 2,9% para de 2,5% em 2024.
O banco não espera movimentos adicionais na taxa de juros básica da economia brasileira (Selic) neste ano, mas “este forte crescimento em meio à desvalorização cambial e aumento das expectativas de inflação - também em parte uma consequência sequência das questões fiscais – deve manter os juros elevados no curto prazo”.
Cenário fiscal
Com incertezas a respeito da sustentabilidade das contas públicas e ruídos sobre o comprometimento do governo com cumprimento das metas do arcabouço, as atenções estão voltadas à contenção de R$15 bilhões anunciada pelo governo federal.
“Nem nós nem o consenso esperamos que o governo cumpra as metas de resultado primário equilibrado (ex. taxas de juros) neste ano, chegando de um déficit de 2,3% no ano passado, mas o crescimento elevado das despesas públicas até agora no ano desafia o quadro fiscal e aumenta o risco de um fim antecipado da credibilidade desta ferramenta que reduziu os riscos fiscais no ano passado”, afirmam os economistas do banco.
Para o JP Morgan, sinais sólidos de contenção de gastos “tendem a reduzir o estresse no mercado”.
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