Telefônica Brasil (VIVT3): Receita robusta em serviços móveis anima analistas
- A Saudi Aramco afirmou que a guerra com o Irã causou a maior interrupção no fornecimento de petróleo já registrada
- O ouro mantém-se acima dos US$ 5.200, com as tensões no Oriente Médio e a fraqueza do dólar americano a apoiarem-no antes da divulgação do IPC dos EUA
- Previsão do preço da prata: XAG/USD cai para a menor cotação em três semanas, abaixo de US$ 80, antes da decisão do Fed
- O ouro sobe à medida que os riscos geopolíticos sustentam a demanda por refúgios seguros; a força do dólar americano limita os ganhos
- As chances de recessão aumentam com a alta do petróleo acima de US$ 100 em meio à guerra com o Irã
- O ouro enfraquece à medida que as preocupações com a inflação elevam os rendimentos dos títulos dos EUA e o dólar americano; a desvalorização continua amortecida

Investing.com – Analistas elogiaram os dados da Telefônica Brasil (BVMF:VIVT3) (Vivo), com crescimento robusto na receita impulsionando os indicadores financeiros referentes ao terceiro trimestre deste ano. Às 12h (de Brasília), as ações subiam 1,26%, a R$53,67.
O lucro líquido somou R$1,67 bilhão no terceiro trimestre deste ano, uma variação positiva de 13,3% em relação ao mesmo período de 2023.
Forte expansão da receita, sem sinais de desaceleração na receita móvel, além de um lucro acima do esperado, diante de menores despesas financeiras, foram elogiados pelos analistas da XP (BVMF:XPBR31).
“A Vivo apresentou resultados sólidos no terceiro trimestre, com crescimento de receita em linha com nossas expectativas e um LPA superior ao esperado”, destacou a XP, que segue com recomendação de compra, com preço-alvo de R$64.
O Goldman Sachs (NYSE:GS), que também indica compra para a ação, com preço-alvo de R$56, também elogiou a força das receitas, além da batida nas margens, que vieram acima do esperado.
“As receitas globais mantiveram-se em linha, mas o crescimento das receitas dos serviços móveis permaneceu forte e não descartaríamos uma reação positiva das ações a um desempenho de margem melhor do que o esperado”, avalia o GS.
Vivo propõe redução de capital
Além dos resultados, os analistas lembram que a Vivo também anunciou que vai propor em assembleia de acionistas uma redução de capital de R$2 bilhões a ser distribuída em 2025 e reforçou o guidance de remuneração.
Em fato relevante, a companhia disse que o Conselho de Administração aprovou uma proposta de operação de redução de capital social, sem o cancelamento de ações e mediante a restituição de recursos, que seriam distribuídos em parcela única até dia 31 de julho do ano que vem.
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